terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Wilma adota cautela sobre Garibaldi: “Em campanha as pessoas dizem tudo”

Wilma prefere cautela (crédito: Wellington Rocha)
Wilma prefere cautela (crédito: Wellington Rocha)
A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) reagiu com cautela à declaração do senador Garibaldi Filho, que ontem, ao portalnoar.com, revelou disposição para relevar o passado de embates com a líder pessebista e sinalizou possibilidade – e desejo – de aliança para 2014.
“Não acho que temos que detalhar essas questões [de embates políticos]. Em campanha as pessoas dizem tudo. O mais importante é que haja respeito. Não temos que ter mágoas. Temos que lutar pelo bem comum”, declarou a líder do PSB.
A despeito disso, ela se mostrou satisfeita com a declaração de Garibaldi. “Eu achei muito bom o ministro ter falado dessa forma. Ele está pensando no futuro”, comentou.
Alçada à condição de candidata natural à sucessa da governadora Rosalba Ciarlini, Wilma de Faria sabe do capital político que detém e pretende utilizá-lo na hora que for conveniente, ou seja, quando a hora da aliança se impor.
Como figura nas mensurações estatísticas como favorita ao Executivo, se permite ser cortejada sem se inclinar aos afagos. ” O PMDB também faz parte da oposição. Coloca-se abertura para o diálogo. Não posso tomar essa decisão sozinha, mas a possibilidade de aliança é algo bom para a democracia”, destacou, fazendo questão de realçar que suas declarações se situam no campo da possibilidade.
Aliança
Em entrevista à reportagem do portalnoar.com nesta segunda-feira (2), Garibaldi foi taxativo quando indagado sobre aliança com Wilma. “Acho que é viável”, respondeu de pronto o senador, licenciado para ocupar o Ministério da Previdência Social, comentando logo em seguida:
“Vamos procurar fazer a mais ampla aliança possível. Não podemos discriminar ninguém. Como vamos discriminar o PSB diante do cenário de hoje, após os protestos de junhos? Não devemos encarar a realidade com preocupação sobre o que houve no passado entre a ex-governadora e eu”.
Garibaldi considerou ainda que sua defesa “É um raciocínio lógico. Se quero aliança ampla, não posso ser movido por discriminação ou por determinados confrontos. Tenho que ser movido pelo sentimento que estou deixando isso para trás para encarar um grande desafio. Depois de junho, o Brasil vive uma nova realidade. Discriminações não cabem nessa visão”.

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